"Quando os jovens de uma nação são conservadores, o sino de seu funeral já tocou" Henry Ward Beecher

"Quando os jovens de uma nação são conservadores, o sino de seu funeral já tocou"
Henry Ward Beecher
Mostrando postagens com marcador Gustavo Ramires Fernandes. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Não ao golpe!

Estamos em um momento crucial para a democracia liberal e o estado democrático de direito. Acontece um golpe orquestrado pela direita em forma de impeachment, liderado por Eduardo Cunha presidente da câmara dos deputados para afastar o cargo de presidência da república de Dilma Rousseff, e consequentemente, livrar vários casos de corrupção de Eduardo Cunha e vários outros deputados.
O que está em jogo de fato são os direitos trabalhistas assegurados pela CLT, como o décimo terceiro salário, auxílio maternidade, 1/3 de férias e etc.
Em momentos de crise do capital, a burguesia articula-se para avassalar direitos e conquistas da classe trabalhadora dos últimos 14 anos do governo keynesiano-social-democrata do Partidos dos Trabalhadores, programas sociais estão em jogo se efetivarem o golpe. Estes estarão sob ameaça dos interesses empresariais da burguesia brasileira que necessitam derrubar o governo petista para recuperar seus lucros diante da atual crise capitalista.
A classe trabalhadora precisa urgente se organizar durante essa semana e sair às ruas contra o golpe!!!
Comunidades, igreja, bairros, sindicatos, partidos de esquerda, e as demais organizações da sociedade civil precisam ir às ruas contra esse retrocesso na sociedade brasileira!!!
#NãoAoGolpe
#NãoVaiTerGolpe
#EmDefesaDaDemocracia

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

BOM 2014 A TODOS!

Dentro de alguns dias voltarei com novas atualizações.
A luta da classe trabalhadora não pode cessar...
"A luta de classes é o motor da história!" K. Marx

sábado, 14 de agosto de 2010

IV SIMPÓSIO LUTAS SOCIAIS NA AMÉRICA LATINA


"Imperialismo, nacionalismo e militarismo no século XXI"
14, 15, 16 e 17 de setembro de 2010

Uel/Londrina-PR

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Voltaremos em breve!


Em motivo de minha viagem para a Bolívia, Peru e ao Chile, este blog estará inativo até 1º de Fevereiro!

Boas férias a todos os trabalhadores ao redor do mundo! Uní-vos!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Este blog não será atualizado entre os dias 3 a 20 de Julho de 2009-07-02

Até logo!

domingo, 31 de maio de 2009

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

"Consequências da modernidade"!


Hoje vi uma cena lastimável, produzida por essa sociedade "moderna" capitalista!!!
Uma mulher em frente de casa comendo macarrão que estava no lixo...
Isso já virou rotina faz tempo, mas a cada dia que vejo choca e isso não deve ser ignorado.
Até quando isso vai durar???
Até onde essa sociabilidade vai nos levar???
Estamos no fim!!!
A desgraça está feita!!!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Ciência, Tecnologia e Forças Produtivas: Emancipação ou Dominação?


A questão do desenvolvimento e do progresso da história atrelado ao processo científico, tecnológico e das forças produtivas que dão materialidade a existência da vida social, sempre nos inquieta sobre o papel e sua função nesse desenvolvimento.
No século XVIII, os ludistas inspirados na falsa idéia do papel dos meios de produção que no capitalismo foram apropriados pela classe burguesa num processo histórico ocasionado pelo mercantilismo, pelo desenvolvimento da manufatura, junto com a revolução industrial que revolucionou tal desenvolvimento, achavam que estes eram os responsáveis pela causa do desemprego, da exploração e da alta taxa do tempo de trabalho necessário no interior das fábricas e com seu pensamento imediato da realidade social, resolveram quebrar as máquinas em que achavam as culpadas pelos seus problemas.
Para Marx a resposta para tal atitude se verifica em “É preciso tempo e experiência até que o trabalhador distinga a maquinaria de sua aplicação capitalista e, daí, aprenda a transferir seus ataques do próprio meio de produção para a sua forma social de exploração”. [1]
A máquina é resultado do desenvolvimento da manufatura que posteriormente com o aparecimento da grande indústria foi apropriada da por uma classe social em ascensão, a classe burguesa, que quebrou as amarras da sociedade feudal e privatizou os meios de produção em benefício próprio.
Os meios de produção, o desenvolvimento tecnológico, e o avanço da ciência moderna trazem para o homem moderno, várias questões a serem discutidas neste início deste século. O uso de tais recursos pelo Capital principalmente da ciência, são utilizados por ele para se converter em mais capital, mas a ciência em si, não se converte em um problema, pois o problema esta na relação social entre o desenvolvimento da ciência, a e de quem se utiliza dela, pois o capital precisa dela para acumular mais capital, necessário a existência da própria sociedade capitalista.
O Capital faz uso da ciência e da tecnologia nas forças produtivas, para aumentar seu capital, portanto não é a máquina em si que esta no centro da discussão, mas de que como o capital a coloca no sistema capitalista. A utilização dessas técnicas é determinada de acordo com o grau de desenvolvimento das forças produtivas, e de acordo com cada determinação histórica do modo de produção capitalista.
Muito se discuti hoje a desqualificação do trabalhador. Vê se nos grandes meios de comunicação, por idéias elitistas e liberais, a falsa idéia de que o trabalhador está desqualificado e precisa-se qualificar para arrumarem emprego, mas podemos observar na análise feita por Marx no “O Capital” de que a máquina em si simplifica o trabalho, o homogeneíza a produção social, deixando o trabalho mais simples, uniformizando-o, fazendo com que o trabalhador vire um “apêndice da máquina” e não ao contrário.
O trabalhador cede lugar à máquina, mas este, não deixa de ser fundamental no capitalismo, ele deixa de ser a categoria central e agora a máquina que se torna central, no processo de trabalho é a máquina que detêm a aplicação técnica e da ciência. Mas o que dá materialidade a sociedade é o trabalho, que se constitui no dado ontológico da vida social. Este trabalho é posto em prática pelo trabalhador em contato com a máquina. O trabalho perde a centralidade no processo, mas não o fundamento da materialidade social, a ontologia do ser.


[1] Marx, K. O Capital – Volume 2 Cap. XIII pág. 45.


Bibliografia:
Marx, K. O Capital - Capitulo XIIII - Maquinaria e Grande Indústria, Livro II, Tomo II, Seção IV. Os Economistas. Abril Cultural, 1988.
Marx, K. O Capital Volume VI Inédito. Resultado do Processo de Produção Imediata. Ed. Centauro, 2004.